13 - set

Tiktok > Youtube, novidades de tech e investimento em cripto

A "dica" de hoje é sobre ter calma. Mesmo escrevendo todas as semanas essa newsletter, tenho a sensação de que quando faço com calma, verdadeiramente calma, ela fica diferente. Essa é uma dessas edições. Espero que de alguma forma você também consiga lê-la de maneira calma. Boa semana e boa leitura!

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Addi anuncia extensão de US$75 milhões

💵US$ 140 milhões captados em 3 meses

A Addi, fintech colombiana recém chegada no Brasil, anunciou uma extensão de US$75 milhões a sua rodada Série B que já havia levantado outros US$65 milhões em maio. O sucesso para tanto dinheiro em tão pouco tempo é a solução de Buy Now Pay Later (BNPL), que permite que consumidores parcelem compras online sem cartão de crédito.

O novo aporte envolve somente equity e marca a entrada de novos fundos como GGV Capital, Citius Capital e Intersection Growth Partners.

Entenda melhor o negócio: a Addi oferece crédito aos consumidores em lojas físicas ou e-commerce sem exigência de garantias. A análise de risco é feita a partir do cruzamento de dados de birôs de crédito e então, os empréstimos são contratados em questões de minutos. Sendo ainda mais didática, o modelo é uma versão digital do tão famoso crediário das Casas Bahia. Quando falamos de receita, ela vem a partir de taxas cobradas de parceiros.

Go deeper: Exame | NeoFeed

Tiktok ultrapassa Youtube

🚀Mais fortes do que nunca

De acordo com o relatório do App Annie, usuários do Reino Unido e dos Estados Unidos passam mais tempo consumindo vídeos do TikTok do que do Youtube. Quando falamos dos americanos, o app chinês tem uma média de 25 horas assistidas por mês, já o Youtube fica na casa das 23 horas.

O mais interessante dessa comparação é que a maioria dos vídeos do TikTok tem uma média de 15 a 30 segundos, mesmo podendo chegar a 3 minutos. Isso sugere que o usuário do app chinês fica muito mais entretido em assistir cerca de 200 vídeos diferentes de 15 segundos, do que apenas alguns de 10 minutos do Youtube, média da plataforma.

Entretanto, é importante frisar que o TikTok ganha em tempo médio por usuário, quando falamos de tempo total, o Youtube ainda fica em primeiro lugar devido seu volume maior de usuários, cerca de dois bilhões mensais.

Go deeper: TecMundo | G1

IPhone 13 Allugator

Foi o tempo que o lançamento do novo iPhone assustava os fãs brasileiros da marca. Depois que a Allugator surgiu no mercado de assinaturas, oferecendo acesso aos mais novos aparelhos da Apple por muito menos, a demanda de novos fãs, só cresceu.

Cresceu tanto que a startup mineira de Belo Horizonte, criou um novo modelo de investimentos em títulos de renda-fixa, regulamentado pelo Banco Central. Seu braço fintech, capta investimentos de pessoa física, como você que está lendo, por exemplo, e investe na compra de novos lotes de iPhones. Aparelhos que, inclusive, já foram assinados. Ao final de um prazo mínimo de 18 meses, o investidor recebe seu montante de volta, acrescidos de uma taxa, pré-fixada, de até 18% ao ano. O mínimo para começar, é R$ 25 mil. Somente em agosto, tiveram 70 novos investidores aportando mais de R$ 2.000.000,00.

Como todo bom mineiro, 500 km é logo ali e assim, a Allugator já se tornou o maior modelo de assinaturas de iPhones da América Latina. Dizem até que vem chamando atenção de sua prima maior, uma alemã que expandiu recentemente para os EUA e está de olho na mineirinha.

Se interessou? Vale a pena dar uma olhada no Allugator Invest e se aprofundar no assunto!

Brought to you by: Allugator

Via investe em fundo corporate venture

💸Fortalecendo o "super app"

A Via, dona das Casas Bahia e do Ponto, acaba de investir em três startups do segmento financeiro. Este é o primeiro investimento do fundo de corporate venture criado em abril com R$200 milhões para investir em startups nos próximos 5 cinco anos.

As investidas foram na GoPublic, fintech que desenvolveu um algoritmo de crédito com foco online; na Poupa Certo, startup que ajuda clientes a gerenciar seus gastos, e na Byebnk, plataforma de gestão de criptomoedas.

Todas as compras irão fortalecer a oferta de serviços da BanQi, super app da Via voltado para as classes C, D e E. Vale dizer que apesar das integrações e proximidades, as três startups continuarão de forma independente, podendo inclusive atender concorrentes da varejista.

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Ray-Ban e Facebook lançam Ray-Ban Stories

🕶️Pode entrar Ray-Ban Stories

Na última quinta-feira, o Ray-Ban em parceria com o Facebook, lançou seu óculos inteligente. O modelo conta com lentes que podem gravar vídeos e tirar fotos com comando de voz. Além disso, através de um app, a armação se conecta com o Facebook, passando diretamente as captações feitas para o aplicativo sem a necessidade de nenhum fio.

Mas nada é tão simples e tecnológico quanto parece. Apesar dos óculos que filmam não serem algo novo, o lançamento recebeu duras críticas quanto à invasão de privacidade que as câmeras integradas representam. Para diminuir o burburinho, o modelo contará com uma luz branca que permanece acesa na parte frontal da armação enquanto vídeos e fotos são feitos.

Aos mais curiosos, o preço inicial do Ray-Ban stories será de US$ 299 e estará inicialmente disponível apenas na Austrália, Reino Unido, Canadá, Irlanda, Itália e Estados Unidos.

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B3 té autorizada a colocar sua registradora na praça

💳Novidade na B3

A B3 acaba de receber a autorização do Banco Central para colocar na praça sua registradora de recebíveis de cartão de crédito. A data para o início das operações ainda não está fechada, mas a previsão é que ela aconteça até o final do ano.

A novidade está sendo recebida como uma grande aposta, inclusive uma nova unidade foi criada apenas para administrar a operação: a Superintendência de Produtos Recebíveis. A B3 informou que as registradoras estão divididas em dois grandes grupos: credenciadoras, subcredenciadoras e marketplace; e os financiadores onde estão grandes e médios bancos, assim como os digitais e fintechs.

Go deeper: Exame | Felsberg

El Salvador aceita Bitcoin

No último dia 06, El Salvador ganhou o título de primeiro estado soberano a tornar o bitcoin como moeda de curso legal. Agora, em teoria, os salvadorenhos poderão pagar qualquer coisa - corte de cabelo, casa, carro - com a criptomoeda.

Aqui vale aprofundar a questão um pouco mais: para o país a ação é importante já que grande parte do PIB vem de dinheiro enviado de outros países por pessoas que trabalham no exterior. Dessa maneira, com o bitcoin seria possível reduzir taxas.

Além disso, é uma tentativa de trazer mais a população para o setor econômico, visto que a grande maioria não possui conta em banco. Por fim, o presidente Nahib Bukele acredita que ao ser pioneiro da ação consiga trazer mais investimentos estrangeiros na mineração de bitcoin.

Mas como nem sempre tudo é o que parece, outros críticos dizem que o movimento é uma jogada de relações públicas para desviar a atenção das táticas cada vez mais autoritárias de Bukele.

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